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<title>Sua fonte de informações</title>
<link>https://www.techempauta.com.br</link>
<description>Portal de Notícias sobre tecnologia</description>
<language>pt-br</language>
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<title>Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 130 milhões</title>
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<description>Números sorteados são: 01 - 13 - 32 - 36 - 43 - 60. Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (30).</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 3.001 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (28). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 130 milhões para o próximo sorteio.</p>

<p>Os números sorteados são: 01 - 13 - 32 - 36 - 43 - 60</p>

<ul>
	<li>92 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 41.209,18 cada</li>
	<li>5.877 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.063,34 cada</li>
</ul>

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<h2>Apostas</h2>

<p>Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (30), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. </p>

<p>A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.</p>]]></content:encoded>
<category>Brasil</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 23:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Produtos esportivos falsificados já respondem por 34% do mercado, diz representante do setor</title>
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<description>Segmento de moda é um dos mais afetados</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1266980" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1266980">
<div class="midia-creditos">Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Renato Jardim (E) e o deputado Julio Lopes na comissão</div>
</div>
<p>Os produtos esportivos falsificados já ocupam 34% do mercado brasileiro, de acordo com o diretor-executivo da Associação pela Indústria e Comércio Esportivo (Ápice), Renato Jardim. Ele participou de audiência pública na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (28).</p>
<p>De acordo com o representante da indústria e do comércio esportivo, 225 milhões de peças pirateadas foram comercializadas no Brasil no ano passado, o que teria causado um prejuízo de R$ 32 bilhões ao comércio legal.</p>
<p>Mas a pirataria de roupas e calçados esportivos também causa perdas para o governo e o restante da sociedade, disse Renato Jardim. Ele afirma que o poder público deixou de arrecadar R$ 7 bilhões em impostos somente em 2025, e 60 mil empregos formais deixaram de ser criados apenas na produção das mercadorias.</p>
<p>Comércio eletrônico
Assim como outros participantes do debate, Renato Jardim sustentou que a venda de produtos falsificados se intensificou com o comércio pela internet, o que traz novos desafios para o combate ao problema.</p>
<p>“No caso do setor esportivo, algo que no passado estava muito ligado ao mercado físico está sendo cada vez mais transferido para o comércio online. E naturalmente o comércio online traz desafios e problemas adicionais em relação ao que nós tínhamos quando ele estava apenas no mercado físico: a pulverização, a fragmentação são muito maiores e isso dificulta muito o monitoramento e a fiscalização”, afirmou.</p>
<p>O diretor-executivo da Associação Brasileira do Varejo Têxtil, Edmundo Lima, afirmou que o segmento de moda é um dos mais afetados não só pela pirataria, mas principalmente pela desigualdade na concorrência com as plataformas de comércio internacional pela internet. Segundo ele, as empresas brasileiras pagam o dobro de tributos das concorrentes internacionais.</p>
<p>Essa situação, na opinião de Edmundo Lima, acirra o problema do comércio de produtos falsificados, porque os sites internacionais venderiam mercadorias de origem desconhecida, sem nenhum controle.</p>
<p>Coordenador da Comissão Externa sobre Pirataria, o deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/74253">Julio Lopes (PP-RJ)</a> sugeriu que os participantes do debate monitorem o comércio ilegal de suas marcas e enviem o resultado para a comissão para que os responsáveis sejam notificados e responsabilizados pelos Procons.</p>
<p>“A partir de maio, estaremos, por meio da Comissão Externa do Brasil Legal, notificando todos os influenciadores que estiverem ensinando, tutelando, promovendo a venda ilegal ou contrafeita de produtos e serviços, para que nós possamos não só notificar essas instituições e plataformas, mas também aqueles que delas participam.”</p>
<p>Representantes de grandes plataformas de comércio online se defenderam das acusações, afirmando que tomam todas as medidas possíveis para combater o comércio ilegal. De acordo com a gerente de Relações Governamentais da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia, Lailla Malaquias, com a criação do programa Remessa Conforme, da Receita Federal, em 2023, o setor de comércio eletrônico internacional já passa por “fiscalização robusta”.</p>
<p>A porta-voz da associação que representa empresas como Amazon, Shein e Ali Express no Brasil garantiu que o índice de regularidade dos mais de 10 milhões de encomendas que entram no país todo mês fica acima de 98%.</p>
]]></content:encoded>
<category>Tecnologia</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 22:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Cade investiga possível alinhamento de preços entre Latam e Gol</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/cade-investiga-possivel-alinhamento-de-precos-entre-latam-e-gol</link>
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<description>Investigação identificou indícios de atuação coordenada. Abertura do processo não representa julgamento definitivo.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vai apurar possíveis condutas anticoncorrenciais no mercado brasileiro de transporte aéreo doméstico de passageiros, envolvendo as empresas aéreas Gol e Latam. O processo administrativo examina indícios de um possível alinhamento de preços em rotas de elevada relevância comercial.  </p>

<p>As duas empresas serão notificadas para apresentar suas defesa. A decisão final caberá ao Tribunal do Cade. </p>

<p>Segundo o Cade, a abertura do processo não representa julgamento definitivo e tem por finalidade aprofundar a apuração, assegurar o contraditório e permitir o exame completo do conjunto de evidências. </p>

<p>A investigação do Cade foi iniciada em 2023 e analisou o uso de ferramentas de precificação e de bases de dados de mercado. As apurações indicam a existência de padrão persistente de interdependência entre os movimentos de preços das empresas. </p>


<p>“A análise buscou verificar se esse comportamento era compatível com dinâmica concorrencial independente ou refletia mecanismos de colusão tácita facilitada pelo uso de algoritmos e compartilhamento de dados", diz o Cade.</p>


<p>Também foram analisados os contratos firmados por Latam e Gol com empresas fornecedoras de serviços de inteligência tarifária, distribuição de conteúdo e soluções de precificação dinâmica. </p>

<p>O Cade identificou que “essas ferramentas trazem riscos de troca de informações comercialmente sensíveis, reduzindo a incerteza concorrencial e ampliando a capacidade coordenação”. </p>

<p>“Em mercados concentrados e com alta transparência informacional, o uso convergente de ferramentas algorítmicas e de infraestruturas comuns de dados pode aumentar riscos concorrenciais”, diz o Conselho. </p>

<h2>Outro lado</h2>

<p>A Gol informou que apresentou todas as informações solicitadas pelo Cade e que continua à disposição do órgão. </p>

<p>“A Companhia reitera que sempre defendeu a livre concorrência e a liberdade tarifária entre todos os competidores. A GOL nega e repudia qualquer prática que fira tais princípios”, diz a empresa.</p>

<p>A Latam disse que sempre atua em conformidade com as melhores práticas de compliance, transparência e integridade.</p>

<p>"A Latam repudia categoricamente qualquer hipótese de postura contrária à livre concorrência, valor inegociável para a companhia", informou. </p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Debatedores criticam "pejotização" e alertam para perda de direitos e queda na arrecadação</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/debatedores-criticam-pejotizacao-e-alertam-para-perda-de-direitos-e-queda-na-arrecadacao</link>
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<description>Segundo o Ministério Público do Trabalho, país deixou de arrecadar 100 R$ bilhões por conta desse modelo de contratação</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1266912" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1266912">
<div class="midia-creditos">Renato Araújo / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Correia e Bohn Gass durante o debate sobre a "pejotização" no mercado de trabalho</div>
</div>
<p>Debatedores criticaram nesta terça-feira (28), em audiência pública na Câmara dos Deputados, os efeitos da "pejotização" no mercado de trabalho. O termo se refere à contratação de trabalhadores como empresas – pessoas jurídicas (PJ) – para atividades que antes exigiam carteira assinada. As críticas apontam para a perda de direitos trabalhistas e prejuízo nas contas da Previdência Social.</p>
<p>A audiência girou em torno da decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que, desde abril de 2025, determinou a suspensão de todos os processos que discutem a legalidade de decisões da Justiça do Trabalho que reconhecem o vínculo de emprego pela Consolidação das Leis do Trabalho  (CLT) em casos de "pejotização". A decisão sobre o Tema 1.389 terá repercussão geral, servindo de regra para todos os casos semelhantes no país.</p>
<p>A reunião conjunta sobre o tema nas comissões de Finanças e Tributação; e de Trabalho foi proposta pelos deputados Rogério Correia (PT-MG) e Bohn Gass (PT-RS). “Eu preciso destacar que o ‘pejotizado’ não tem 13º, férias, adicionais, aviso prévio nem Fundo de Garantia”, disse Bohn Gass.</p>
<p>O deputado disse ainda que o adoecimento de “pejotizados” aumenta os gastos do país com saúde e assistência social, já que as empresas privadas deixam de arcar com parte desses custos. Bohn Gass ressaltou, por fim, que esses trabalhadores, atuando como empresas, deixariam de ter qualquer ganho com o fim da escala 6X1 (seis de trabalho por um de descanso).</p>
<p>Rogério Correia reforçou que o modelo retira direitos básicos e aumenta a exploração do trabalhador. "É a nítida exploração de alguém que não tem nenhum direito e trabalha na função de MEI [Microempreendedor Individual] ou de pessoa jurídica", disse. Ele anunciou ainda que reunirá os argumentos da reunião para buscar uma audiência com o ministro Gilmar Mendes.</p>
<div id="image-container-1266917" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1266917">
<div class="midia-creditos">Renato Araújo / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Para Castilho, a "pejotização" é uma estratégia ilegal</div>
</div>
<p>Sem direitos
Rodrigo Barbosa de Castilho, da Coordenadoria de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho do Ministério Público do Trabalho (MPT), descreveu a pejotização como uma estratégia ilegal que substitui o emprego formal por contratos de serviços para cortar custos e eliminar direitos trabalhistas. "A pejotização é a transformação de um trabalhador com direitos em uma pessoa jurídica sem direitos", disse.</p>
<p>Segundo Castilho, entre 2022 e 2024, o Brasil deixou de arrecadar cerca de R$ 100 bilhões por conta desse modelo de contratação. “Isso só foi possível porque 4,8 milhões de empregados CLT se transformaram em PJ, sendo 3,8 milhões em MEI”, disse Castilho.</p>
<p>Contas públicas
Além do aspecto social, especialistas apontaram riscos ao orçamento federal. O auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Rafael Lima explicou que a "pejotização" causa desequilíbrio tributário. Segundo ele, um trabalhador com carteira assinada paga até 44,1% de impostos, enquanto quem atua como empresa paga entre 10% e 17%.</p>
<p data-path-to-node="6">O Ministério da Fazenda reforçou que a queda na arrecadação prejudica serviços essenciais. Segundo o subsecretário Rodrigo Toneto, 53% dos MEIs atuais têm perfil para estar no regime da CLT. “Inevitavelmente isso vai gerar estradas piores, piores incentivos para a agricultura, piores serviços sociais”, disse.</p>
<div id="image-container-1266919" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1266919">
<div class="midia-creditos">Bruno Spada / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Treviso: Justiça do Trabalho é quem deve dizer se a "pejotização" é ou não fraude</div>
</div>
<p>Conflito jurídico
O debate também abordou a disputa de competências no Judiciário. Enquanto a Justiça do Trabalho costuma reconhecer o vínculo de emprego, considerando que o contrato de empresa serve apenas para camuflar a relação de subordinação no trabalho, o Supremo tem derrubado essas decisões, validando os contratos de prestação de serviço em nome da liberdade de contratar.</p>
<p>Secretário de assuntos jurídicos da CUT, Valeir Ertle criticou a atuação do Supremo. Para ele, o STF presta um "desserviço" ao aceitar julgar diretamente decisões de primeira instância. Ertle destacou que a substituição de contratos com vínculo por modelos de empresa, quando há subordinação e habitualidade, prejudica a proteção social dos trabalhadores.</p>
<p>Marco Aurélio Treviso defendeu que a Justiça do Trabalho analise todas as relações de trabalho humano, destacando que a Justiça Comum deve atuar apenas de forma residual.</p>
<p>"Quem deve analisar se nós estamos diante ou não de uma fraude é o ramo do poder judiciário criado pelo legislador constitucional para a apreciação dessa matéria", disse Treviso, que representou a Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho.</p>
]]></content:encoded>
<category>Tecnologia</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 20:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>PF prende suspeito de distribuir imagens de abuso sexual infantil</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/pf-prende-suspeito-de-distribuir-imagens-de-abuso-sexual-infantil</link>
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<description>Segundo a PF, este mesmo homem já era investigado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro pela prática de estupro de vulnerável.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Agentes da Polícia Federal prenderam nesta terça-feira (28), em Conceição da Barra, no Espírito Santo, um homem suspeito de aliciar crianças para adquirir, armazenar e compartilhar imagens de abuso sexual infantojuvenil.</p>

<p>O suspeito foi detido pela Operação Anjo Mal, em que agentes da Delegacia de Polícia Federal em São Matheus cumpriram um mandado de prisão preventiva e um de busca e apreensão em endereço ligado ao investigado.</p>

<p>Segundo a PF, este mesmo homem já era investigado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro pela prática de estupro de vulnerável.</p>

<p>Nas buscas, foram apreendidos dois celulares e um pendrive, que serão submetidos à perícia técnica criminal. No endereço, ainda havia roupas infantis, que, de acordo com a PF, ajudam a corroborar as suspeitas de abuso.</p>

<p>O preso foi encaminhado à Delegacia da PF em São Matheus, onde foi autuado em flagrante e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional capixaba.</p>]]></content:encoded>
<category>Brasil</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 20:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Arrecadação federal bate recorde com R$ 229,2 bilhões em março</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/arrecadacao-federal-bate-recorde-com-r-229-2-bilhoes-em-marco</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.techempauta.com.br/noticia/arrecadacao-federal-bate-recorde-com-r-229-2-bilhoes-em-marco</guid>
<description>No acumulado do primeiro trimestre, também houve recorde: o governo arrecadou R$ 777,12 bilhões, com alta real de 4,6% na comparação com o mesmo período de 2025.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A arrecadação de impostos e contribuições do governo federal atingiu R$ 229,2 bilhões em março de 2026, divulgou nesta terça-feira (28) a Receita Federal.</p>

<p>Maior valor registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995, o resultado representa crescimento real de 4,99% em relação a março do ano passado, já descontada a inflação.</p>

<p>No acumulado do primeiro trimestre, também houve recorde: o governo arrecadou R$ 777,12 bilhões, com alta real de 4,6% na comparação com o mesmo período de 2025.</p>

<h2>Principais números</h2>

<ul>
	<li>R$ 229,2 bilhões: arrecadação em março (recorde para o mês);</li>
	<li>+4,99%: crescimento real frente a março de 2025;</li>
	<li>R$ 777,12 bilhões: arrecadação no 1º trimestre (recorde);</li>
	<li>+4,6%: alta real no trimestre;</li>
	<li>R$ 8,3 bilhões: arrecadação com Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em março;</li>
	<li>+50,06%: crescimento real do IOF no mês;</li>
	<li>+44,45%: alta do IOF no acumulado do ano.</li>
</ul>

<h2>O que explica o aumento</h2>

<p>Segundo o Fisco, o crescimento da arrecadação foi impulsionado principalmente por:</p>

<ul>
	<li>Aumento da contribuição para a Previdência Social  (ligada aos salários);</li>
	<li>Desempenho do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição sobre Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que incidem sobre consumo e serviços;</li>
	<li>Alta na arrecadação do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital;</li>
	<li>Forte crescimento do IOF.</li>
</ul>

<p>O avanço do IOF, em especial, está ligado a mudanças nas regras do imposto adotadas em 2025, que elevaram a tributação sobre operações de crédito e câmbio.</p>

<p>Além disso, o aumento do emprego formal e da massa salarial ajudou a elevar a base de arrecadação, já que mais trabalhadores passaram a contribuir.</p>

<p>O resultado também reflete dois fatores principais:</p>

<ul>
	<li>Crescimento da atividade econômica, que aumenta consumo e renda;</li>
	<li>Mudanças tributárias adotadas nos últimos anos.</li>
</ul>

<p>Entre essas medidas, estão ajustes na tributação de investimentos, reoneração de setores e aumento de impostos sobre operações financeiras e importações.</p>

<h2>Relação com as contas públicas</h2>

<p>A arrecadação é uma das principais fontes de receita do governo e tem papel central no cumprimento da meta fiscal. Para 2026, a meta oficial é gerar um superávit equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>

<p>Na prática, o aumento da arrecadação ajuda o governo a reduzir o déficit das contas públicas, embora projeções ainda indiquem possibilidade de resultado negativo ao final do ano.</p>

<h2>Tributação de dividendos</h2>

<p>Um dos fatores recentes que também começam a contribuir para a arrecadação é a taxação de dividendos. Em março, o governo arrecadou cerca de R$ 308 milhões com esse tipo de tributação.</p>

<p>A medida passou a valer em 2026 e prevê a cobrança de 10% de imposto sobre dividendos acima de R$ 50 mil recebidos por pessoas físicas.</p>

<p>A mudança foi adotada como forma de compensar a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês.</p>

<p>Embora ainda represente uma parcela pequena do total arrecadado, a expectativa é que essa fonte de receita ganhe relevância ao longo do tempo.</p>

<h2>Tendência</h2>

<p>Os dados mostram que 2026 começou com arrecadação em níveis historicamente elevados, repetindo o padrão observado em 2025. O desempenho ao longo do ano dependerá da evolução da economia, do mercado de trabalho e de novas medidas fiscais.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Projeto cria linha de crédito especial para agricultor familiar produtor de mel</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/projeto-cria-linha-de-credito-especial-para-agricultor-familiar-produtor-de-mel</link>
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<description>Texto está em análise na Câmara dos Deputados</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1266662" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1266662">
<div class="midia-creditos">Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Jorge Goetten: proposta facilita acesso a tecnologias</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1062/26 cria uma linha de crédito rural específica, com juros reduzidos, destinada a produtores de mel da agricultura familiar. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Para ter acesso aos recursos, apicultores e meliponicultores devem atender aos requisitos da <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11326-24-julho-2006-544830-norma-pl.html">Lei da Agricultura Familiar</a>.</p>
<p>De acordo com a proposta, o limite de crédito será de R$ 450 mil por beneficiário, com juros de 3% ao ano e prazo de pagamento de, no mínimo, seis anos. </p>
<p>O texto prevê ainda que os produtores que pagarem as parcelas em dia terão um bônus de 15% sobre o valor pago. </p>
<p>O autor, deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), afirma que o projeto pode melhorar a infraestrutura no campo.</p>
<p>“A linha de crédito oferecerá condições favoráveis de financiamento, facilitando o acesso a recursos necessários para investimento em infraestrutura, tecnologia e práticas sustentáveis da cadeia produtiva de mel”, declara o parlamentar.</p>
<p data-path-to-node="4">Os custos da linha especial de crédito rural serão cobertos pelos Fundos Constitucionais de Financiamento (do Centro-Oeste, do Nordeste e do Norte) e pelo governo federal.</p>
<p>Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. </p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

<p> </p>
<div id="infografico-container-1175738" style="width: 100%;"></div>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Tecnologia</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Redução da jornada vai favorecer o empreendodorismo, diz ministro</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/reducao-da-jornada-vai-favorecer-o-empreendodorismo-diz-ministro</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.techempauta.com.br/noticia/reducao-da-jornada-vai-favorecer-o-empreendodorismo-diz-ministro</guid>
<description>Ao programa Bom Dia, Ministro, ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, disse que críticas à redução da jornada são apenas repetições de discursos históricos.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A redução da jornada de seis dias de trabalho por um de descanso terá impacto positivo não apenas para a qualidade de vida das pessoas, favorece também a economia, estimulando iniciativas empreendedoras para novos negócios, segundo o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira.</p>

<p>Pereira participou, nesta terça-feira (28), do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>


<p>“Objetivamente falando, a redução é boa para o empreendedorismo. Ela vai criar mais tempo livre para as pessoas, mais autonomia para consumir e, inclusive, para empreender”, avalia.</p>


<p>Paulo Pereira não vê incompatibilidades entre a redução da escala 6 por 1 e o mundo do empreendedorismo.</p>

<p>É exatamente este “espírito da autonomia”, da liberdade de escolha sobre o que fazer com o próprio tempo, o que está por trás da proposta de redução da jornada, defende o ministro.</p>

<p>“O que estimula o empreendedorismo é, muitas vezes, a busca por autonomia”, reforçou.</p>

<p>“Estou convencido disso. Se a nova escala [com dois dias de folga semanal] for aprovada, vamos aumentar o empreendedorismo no Brasil. Teremos um monte de gente usando esse tempo novo para fazer mais renda, seja com aplicativo, com um serviço novo, ou para se preparar para uma mudança de carreira”, acrescentou.</p>

<p>Segundo o ministro, o impacto na economia pode ser positivo, tanto para o fortalecimento do nosso mercado interno como para a geração de novos negócios e novas forças de trabalho.</p>

<h2>Base da pirâmide</h2>

<p>Para Paulo Pereira a redução da jornada afetará positivamente de forma especial os trabalhadores de menor renda. Pessoas que, em geral, segundo disse, moram mais longe e dedicam mais tempo da vida ao trabalho.</p>

<p>“São pessoas que têm mais dificuldades”, argumentou.</p>

<p>O ministro reiterou que muitas das críticas à redução da jornada são apenas repetições de discursos históricos de uma elite que, em outros tempos, foi contrária ao fim da escravidão e, depois, contrária aos direitos trabalhistas.</p>

<p>“Esse medo já existiu quando a gente implementou o salário mínimo, quando a gente implementou as férias, o décimo terceiro. Até quando acabaram com a escravidão existiu muito desse discurso”, disse.</p>

<p>“Toda vez que a gente apresenta uma nova gama de direitos aos trabalhadores, surge o medo de que o aumento de custo vai afetar a produtividade brasileira e que a economia brasileira vai acabar. E ela nunca acaba. Continua forte”, acrescentou.</p>

<p>Paulo Pereira disse que o governo estará atento para, se necessário, adotar medidas de forma a amenizar eventuais impactos que a mudança poderá trazer, “mas em situações específicas, ainda a serem avaliadas”.</p>

<p>Na avaliação do governo, entre 10% e 15% dos empreendedores poderão sentir algum efeito, algo que, segundo o ministro, “é pouca gente” em um universo de quase 45 milhões de pessoas.</p>

<p>“Estamos falando de quatro ou cinco milhões de pessoas que podem ter algum impacto caso a escala 6 por 1 seja aprovada. Mas o governo está se esforçando para criar mecanismos de suavização desse impacto”, disse.</p>

<p>“Pode ser um benefício fiscal, pode ser mais apoio, mais crédito. Vamos criar uma regra que seja boa para todo mundo. O governo não vai deixar ninguém para trás. Vamos cuidar daqueles que possam ter algum impacto e criar soluções específicas para eles”, afirmou.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>PF e Receita fazem operação contra esquema de propina no Porto do Rio</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/pf-e-receita-fazem-operacao-contra-esquema-de-propina-no-porto-do-rio</link>
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<description>Associação criminosa investigada envolve importadores, despachantes e servidores públicos que atuam na facilitação de contrabando e descaminho.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal, a Receita Federal e Ministério Público Federal deflagraram, nesta terça-feira (28), a Operação Mare Liberum. para combater a corrupção na alfândega do Porto do Rio.</p>

<p>Segundo a Receita, o esquema envolveu a movimentação de R$ 86,6 bilhões em mercadorias, de julho de 2021 a março de 2026, com pagamento de dezenas de milhões em propinas.</p>

<p>A associação criminosa investigada envolve importadores, despachantes e servidores públicos que atuam na facilitação de contrabando e descaminho.</p>

<p>Estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Vitória, no Espírito Santo, além do afastamento dos cargos de 17 auditores fiscais e oito analistas tributários, medidas de bloqueio de bens e restrições a atividades profissionais.</p>

<p>As investigações apontam a atuação de grupo estruturado na liberação irregular de mercadorias, com divergências entre produtos importados e declarados, sem o pagamento de tributos.</p>

<p>É a maior operação da história da Corregedoria da Receita Federal.  A investigação foi iniciada em 2022 a partir de controles internos da corregedoria e denúncias. Mais de 100 servidores da Receita e 200 policiais federais participam das diligências de hoje.</p>


<p>“A Receita Federal está estruturando imediatamente ações de apoio ao Porto do Rio de Janeiro para manter a fluidez do comércio, além se revisar as operações irregulares realizadas no período investigado”, diz o fisco.  </p>


<p>Novas medidas ocorrerão para responsabilização de quem pagou a propina.Os investigados poderão responder por crimes como corrupção, associação criminosa, contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro, entre outros.</p>]]></content:encoded>
<category>Brasil</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Prazo para isenção de taxa do Enem 2026 termina nesta quinta-feira</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/prazo-para-isencao-de-taxa-do-enem-2026-termina-nesta-quinta-feira</link>
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<description>O prazo para os interessados em solicitar a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina às 23 horas e 59 minutos desta quinta-feira (30). A data também vale para o candidato que obteve a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Enem de 2025 e não compareceu às provas nos dois dias de aplicação, em novembro passado, se desejar</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo para os interessados em solicitar a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina às 23 horas e 59 minutos desta quinta-feira (30).</p>

<p>A data também vale para o candidato que obteve a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Enem de 2025 e não compareceu às provas nos dois dias de aplicação, em novembro passado, se desejar solicitar nova isenção para o exame.</p>

<p>Os dois procedimentos devem ser feitos exclusivamente na Página do Participante do exame, com o login no portal único de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.</p>

<h2>Quem tem direito</h2>

<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prevê a gratuidade para quem se enquadra nos seguintes perfis:</p>

<ul>
	<li>estar matriculado no último ano do ensino médio em escola pública (em 2026);</li>
	<li>ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada e possuir renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio;</li>
	<li>ter inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) por estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento da isenção no Enem;</li>
	<li>ser participante do Programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).</li>
</ul>

<p>Para justificar a ausência no exame do ano passado, os documentos aceitos que comprovam as condições declaradas estão listados no edital do Enem 2026 que trata de cada uma das situações que podem ser justificadas na última edição do exame. Confira aqui.  </p>

<h2>Resultados</h2>

<p>De acordo com o novo calendário, a divulgação do resultado dos pedidos de isenção ocorrerá em 13 de maio. O período de recursos para quem tiver o pedido negado estará aberto entre 13 e 19 de maio. O resultado final dos recursos sairá em 25 de maio.</p>

<p>O Inep esclarece que não enviará qualquer tipo de correspondência à residência do participante para informar quaisquer resultados da justificativa de ausência no Enem 2025 e da solicitação de isenção de pagamento da taxa de inscrição no Enem 2026. </p>

<p>É obrigação do participante acessar a Página do Participante do Enem e consultar o resultado.</p>

<h2>Inscrição</h2>

<p>Independentemente do resultado do pedido de isenção, o estudante precisará fazer a inscrição no Enem em período a ser anunciado no futuro edital do exame neste ano.</p>

<p>A inscrição no Enem é obrigatória, mesmo para quem solicitou a isenção e teve o deferimento concedido.</p>

<p>O candidato que teve o pedido do recurso de isenção negado em definitivo em 25 de maio, deverá pagar a taxa para se inscrever no exame.</p>

<h2>Enem</h2>

<p>O Exame Nacional do Ensino Médio é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).</p>

<p>Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.</p>

<p>Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame.</p>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Fim da escala 6x1: estudos divergem sobre impactos no PIB e inflação</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/fim-da-escala-6x1-estudos-divergem-sobre-impactos-no-pib-e-inflacao</link>
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<description>As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia, a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a chamada 6x1.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia, a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a chamada 6x1.  </p>

<p>De um lado, estudos de entidades que representam o empresariado, as chamadas confederações patronais, projetam queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta da inflação.</p>

<p>Por outra perspectiva, análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenham um cenário diferente, com impactos reduzidos atingindo apenas alguns setores, além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB.  </p>

<p>Para a economista da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas sobre os custos econômicos da redução da jornada ocorre porque não se trata de um debate puramente técnico, mas político.  </p>


<p>“Parte significativa da literatura econômica que discute o assunto parte de modelos que assumem, como regra, que qualquer redução na quantidade de horas trabalhadas levará, inevitavelmente, à redução da produção e da renda – ignorando, assim, os ajustes dinâmicos que historicamente ocorrem no mercado de trabalho”, aponta. </p>


<p>Membro do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesite), Marilene defende que a resistência à redução da jornada, por parte dos empregadores, pode levar a projeções alarmistas.  </p>

<p>“Do ponto de vista dos empregadores, é claro que, qualquer mudança é vista a partir do seu negócio. Eles não olham a economia como um todo, mas isso traz benefícios para o conjunto da sociedade”, acredita. </p>

<h2>Previsões  </h2>

<p>A pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula uma perda de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro (-0,7%) com a redução da jornada das atuais 44 para 40 horas. No caso da indústria, o PIB cairia 1,2%. </p>


<p>“Nossa indústria vai perder participação no mercado doméstico e internacional, a partir da redução nas exportações e da alta nas importações”, destaca o presidente da CNI, Ricardo Alban. </p>


<p>Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que reúne empresários desses setores, afirma que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21%. A estimativa da CNC cita que o repasse de preços ao consumidor poderia chegar a 13%.  Já a CNI aponta para altas nos preços de 6,2%, em média. </p>

<p>“Sem redução dos salários nominais, espera-se por impactos significativos sobre a rentabilidade da atividade comercial no Brasil”, diz a CNC. </p>

<h2>Custos x benefícios </h2>

<p>Já o estudo do Ipea afirma que a alta no custo das empresas com os trabalhadores, a partir da redução da jornada, não passaria dos 10%, no caso dos setores mais impactados. Na média, a previsão é de um custo extra do trabalho de 7,8%.   </p>

<p>Porém, considerando o custo total das empresas, conta que engloba o conjunto de gastos, o impacto da redução da jornada varia de 1%, em setores como comércio e indústria, a até 6,6%, no caso do ramo de vigilância e segurança. </p>


<p>“Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”, diz o estudo do Ipea. </p>


<p>A exceção seriam as empresas com até nove trabalhadores, que empregam cerca de 25% dos assalariados formais do país. Segundo o Ipea, esses negócios podem precisar de apoio estatal para transição à nova jornada de trabalho.   </p>

<p>Um dos autores do estudo do Ipea, Felipe Pateo, afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho. </p>

<p>“Mesmo olhando só para o custo do trabalho em si, a gente mostra que, matematicamente, não tem como esse aumento ser maior do que 10% porque é exatamente o tempo de horas que o empregador vai perder em relação ao trabalhador que faz 44 horas semanais”, afirmou. </p>

<p>A Agência Brasil procurou a CNC para comentar as divergências, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. </p>

<h2>Inflação dos preços </h2>



<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Setor de comércio calcula aumento dos custos com redução da jornada  - Tânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil/Arquivo</div>
</div></div>

<p>Projeções de aumento de preços com o fim da escala 6x1 são destaque nos estudos de entidades patronais como CNC e CNI, que argumentam que o aumento do custo da mão de obra será repassado ao consumidor final.   </p>

<p>O economista da CNI Marcelo Azevedo pondera que a necessidade de contratar mais vai gerar aumento de custos na ponta. </p>


<p>“Tem aumento de custo porque o valor do salário-hora aumentou, então vai ter aumento de custo. Todos os produtos vão ter aumento. Isso é um efeito que vai se acumulando porque cada setor tem o mesmo problema”, explica. </p>


<p>Por sua vez, o economista do Ipea Felipe Pateo avalia que o impacto inflacionário será limitado, lembrando que os empresários podem ainda absorver essa diferença com redução de lucros. </p>


<p>“O aumento no custo operacional é de 1%. Se o empresário repassar integralmente esse aumento, vai ser um aumento de 1% no preço do produto”, afirma Pateo. </p>


<p>Já a economista da Unicamp, Marilane Teixeira, avalia que não há risco de aumento generalizado de preços. </p>


<p>“Se fosse assim, então, toda vez que eleva o salário mínimo, você teria um aumento da inflação exponencial porque o salário mínimo tem impacto para o conjunto da economia”, compara. </p>


<p>Ela acrescenta que praticamente todos os setores da economia atuam com capacidade ociosa, que permite aumentar a oferta em caso de pressão no lado da demanda. </p>

<p>“Essa ideia de que uma elevação marginal no custo do trabalho pela contratação gera inflação, não se sustenta. O impacto disso no custo total é tão marginal que é óbvio que não vai impactar no preço do produto. E se a empresa compete, ele não vai reajustar preço porque corre o risco de perder cliente para o concorrente”, justifica. </p>

<p>A nota técnica do Ipea sustenta que a redução da jornada terá efeito semelhante a de aumentos do salário mínimo e afirma que as projeções que preveem redução do PIB e do emprego não são respaldadas por estudos que analisam a experiência histórica brasileira. </p>

<p>“Aumentos reais [do salário mínimo], que chegaram a 12% em 2001, 7,6% em 2012 e 5,6% em 2024, não causaram efeitos negativos sobre o nível de emprego”, diz a nota técnica do Ipea. </p>

<h2>Divergências </h2>

<p>A divergência entre as pesquisas ocorre porque os levantamentos partem de pressupostos e premissas diferentes para calcular os impactos sobre o PIB e inflação, por exemplo.  </p>

<p>O estudo da Unicamp parte da premissa de que a redução da jornada vai incentivar os empregadores a contratar mais. Em contrapartida, o estudo da CNI parte do pressuposto de que a redução do total de horas trabalhadas diminuiria o total do produto final. </p>

<p>O gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explicou à Agência Brasil que os estudos de projeções econômicas simplificam a realidade e precisam definir hipóteses para fazer projeções de impactos da mudança. </p>


<p>“Você pode assumir que vai ter ganho de produtividade, você pode assumir que não vai ter ganho de produtividade. E tudo bem. Isso faz parte dos estudos, desde que bem explicitados que tipo de hipótese você está assumindo. Não à toa você tem visões diferentes e não necessariamente erradas, mesmo que conflitantes”, pondera. </p>


<p>Marilene ressalta que a diferença entre as pesquisas não é resultado de uma manipulação das evidências. A partir dos mesmos dados, pode-se chegar a resultados distintos em razão da perspectiva política, econômica e social que o pesquisador tem do contexto que se analisa. </p>

<p>“É um conflito que chamamos de conflito distributivo. É uma disputa para definir para onde canalizar os lucros, a renda do trabalho, o salário e o consumo. O que está em disputa são os ganhos da produtividade”, completa. </p>

<h2>Produtividade </h2>



<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Trabalhador da indústria- Amanda Oliveira/GovBA</div>
</div></div>

<p>O estudo da CNI aponta que a redução da jornada de trabalho vai impactar a competitividade das empresas. Ele avalia como improvável o aumento da produtividade para compensar a redução das horas trabalhadas. </p>

<p>Ao aumentar a produtividade, uma empresa pode produzir o mesmo com menos tempo de trabalho. </p>

<p>“A gente, infelizmente, e por diversas razões que não são simples de contornar, está com uma produtividade estagnada há muito tempo. Ela é baixa frente aos outros países. Acho difícil apostar numa melhora significativa de produtividade”, explicou à Agência Brasil o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo. </p>

<p>A economista Marilane Teixeira aponta que, mesmo com uma jornada relativamente extensa como a brasileira, a produtividade se mantém estagnada. </p>


<p>“Portanto, não é a jornada de trabalho que vai resolver o problema da produtividade. Talvez, até reduzindo a jornada de trabalho, você possa melhorar a produtividade porque as pessoas vão estar mais descansadas”, completa. </p>


<p>O técnico do Ipea Felipe Pateo afirma que há muitas possibilidades para adequação das empresas frente a redução da jornada, não sendo possível antecipar uma queda no PIB. </p>


<p>“A hora liberada do trabalhador pode gerar também maior produção, maior consumo. Pode fazer com que as outras atividades, no tempo livre, tenham uma dinâmica positiva na economia”, explica.   </p>


<h2>Evolução histórica </h2>



<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Ulysses Guimarães, ao promulgar a nova Constituição Federal de 1988. - Arquivo Agência Brasil</div>
</div></div>

<p>Em 1988, a Constituição brasileira reduziu a jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais. Em 2002, economistas da PUC Rio e da Universidade de São Paulo (USP) publicaram estudo que não identificou efeitos negativos no nível de emprego. </p>

<p>“As mudanças relacionadas à jornada de trabalho em 1988 não aumentaram a probabilidade de o trabalhador afetado perder o emprego e diminuíram a sua probabilidade de sair da força de trabalho no ano seguinte à mudança regulatória”. </p>

<p>O economista da CNI Marcelo Azevedo questiona a comparação da redução atual da jornada com a que foi realizada durante a Constituição de 1988, alegando que a economia mudou muito nesses 40 anos. </p>


<p>“A economia era mais fechada, não tinha globalização como tem hoje, não tinha o comércio eletrônico de hoje. Era mais fácil absorver os custos com uma inflação elevadíssima como a daquela época”, rebate Azevedo. </p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 10:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova projeto que inclui templos religiosos em programa de energia renovável</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/comissao-aprova-projeto-que-inclui-templos-religiosos-em-programa-de-energia-renovavel</link>
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<description>Proposta permite que igrejas recebam investimentos para instalar painéis solares; a Câmara dos Deputados continua discutindo o assunto</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1266293" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1266293">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Márcio Marinho recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1397/2025, que amplia o Programa de Energia Renovável Social para incluir templos religiosos.</p>
<p>Atualmente voltado para famílias de baixa renda, o programa busca facilitar a instalação de sistemas de geração de energia limpa para reduzir custos com eletricidade.</p>
<p>A proposta permite que instituições religiosas também recebam investimentos para instalar painéis solares, reconhecendo seu papel assistencial em comunidades vulneráveis.</p>
<p>Parecer favorável
A comissão aprovou o parecer favorável do relator, deputado Márcio Marinho (Republicanos-BA), ao texto de autoria do deputado Dr. Fernando Máximo (PL-RO).</p>
<p>O relator afirmou que a medida é um passo para modernizar o setor. "A proposta une a eficiência energética ao fortalecimento das instituições que prestam apoio onde o Poder Público muitas vezes é ausente", disse.</p>
<p>Próximos passos
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda precisa ser analisado por três comissões:</p>

de Cultura;
de Finanças e Tributação; e
de Constituição e Justiça e de Cidadania.

<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Tecnologia</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 09:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Esquema de corrupção no Porto do Rio é alvo de operação da PF</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/esquema-de-corrupcao-no-porto-do-rio-e-alvo-de-operacao-da-pf</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.techempauta.com.br/noticia/esquema-de-corrupcao-no-porto-do-rio-e-alvo-de-operacao-da-pf</guid>
<description>Operação Mare Liberum investiga a participação de importadores, despachantes e servidores públicos que atuavam na facilitação de contrabando e descaminho.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Um esquema criminoso de facilitação de contrabando e de descaminho no Porto do Rio de Janeiro é alvo da Operação Mare Liberum deflagrada na manhã desta terça-feira (28) pela Polícia Federal (PF), com apoio do Gaeco/Ministério Público Federal (MPF) e da Corregedoria da Receita Federal.</p>

<p>Os agentes cumprem 45 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A Justiça determinou ainda o afastamento dos cargos de 17 auditores fiscais e de oito analistas tributários.</p>

<p>Além disso, foram adotadas medidas de bloqueio de bens e de restrições a atividades profissionais de nove despachantes.</p>


<p>“As investigações apontam atuação de grupo estruturado na liberação irregular de mercadorias, com divergências entre produtos importados e declarados, e possível supressão de tributos”, informou a PF.</p>


<p>“Os investigados poderão responder por crimes como corrupção, associação criminosa, contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro”, diz ainda a nota.</p>]]></content:encoded>
<category>Brasil</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 09:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 115 milhões nesta terça-feira</title>
<link>https://www.techempauta.com.br/noticia/mega-sena-sorteia-premio-acumulado-em-r-115-milhoes-nesta-terca-feira</link>
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<description>Jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>As seis dezenas do concurso 3.001 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.</p>

<p>O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 115 milhões.</p>

<p>O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. </p>

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<p>As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas em todo o país ou pela internet, no site Loterias Caixa. </p>

<p>O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.</p>]]></content:encoded>
<category>Brasil</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:27:00 -0300</pubDate>
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<title>Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8</title>
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<description>Com adicionais, valor médio do benefício está em R$ 678,22. Neste mês, programa alcançará 18,9 milhões de famílias.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Econômica Federal paga nesta terça-feira (28) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8.</p>

<p>O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões.</p>

<p>Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até 6 meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.</p>

<p>No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.</p>

<h2>Pagamento unificado</h2>

<p>Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento no último dia 16, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (três), Bahia (17), Pará (uma), Paraná (uma), Piauí (três), Rio de Janeiro (oito), Roraima (seis), São Paulo (duas) e Sergipe (seis).</p>

<p>Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.</p>

<p>Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).</p>

<h2>Regra de proteção</h2>

<p>Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda ganhem 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.</p>

<p>Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.</p>



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    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Calendário de pagamentos do Bolsa Família 2026 - Arte EBC</div>
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<category>Economia</category>
<dc:creator>Isto É Tech Redação</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:27:00 -0300</pubDate>
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